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North Coast Guest House


Madeira North Coast Guesthouse was born from a young couple that searched balance with Nature combining the pleasure of welcoming people "Receiving people is our way to travel without leaving home." 

Good indoor and outdoor areas in a familiar, special, quiet and cozy ambience. It's a place for backpackers, surfers...Perfect for spontaneous and relaxed people who want to be in contact with the real Madeira culture and local people.

Our house is composed of 2 double bedrooms with shared bathroom, 1 private double bedroom with private bathroom, living room, fully equipped kitchen, barbecue... It allows our guests to prepare their own meals using some vegetables or herbs from our biological garden, have a quiet good night sleep, to do the laundry, watch TV or DVD, 24H free Wi-Fi access or simply relax enjoying the view and the silence. 

We also offer outdoor personal training, surfboard rental, private surf lessons, and guide surfing. The two friendly hosts Andreia and Ruben are there to welcome you and offer you an excellent stay...English and Portuguese spoken. Our Privileged and quiet location overlooking the São Vicente Mountains and valley makes it easy to access the nearby surf spots, São Vicente Caves and the Volcanism center and the Lime Route. In a 10 minutes walk to the Village center you can find some restaurants, bars, and bus station. 

The surrounding environment allows acquire or regain healthy lifestyle habits through practice Exercise and healthy eating, with some organic produce from our small garden. The proposed activities are these cultural or sports, sea or mountain are diverse and are always related to Nature. 

The Surf, outdoor training, walks taken by the observation of various plants or birds are some of the ways to explore the North Coast of Madeira Island.

OFICINA DO CEGUINHO - Novas instalações

A Oficina do Ceguinho regressa às origens. A reparação da tua prancha de surf está mais perto da praia, agora em São Vicente. Se necessário também fazemos levantamento de pranchas no Funchal ou noutros Spots de Surf da Ilha da Madeira.


shape room


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glass and repair room


rent a surfboard in Madeira Island

CUSTOM MADE SURFBOARDS MADEIRA ISLAND




NEW BLIND SURFBOARD FOR THE SUMMER 2013 - made in Madeira Island

6'3'' quilhas fixas

FOR SALE 340€



novos logotípos, design by Nuno SLJ Gonçalves

Madeira Surfing Life by Octávio Passos


Surfing Life – 2011Octávio Passos
Ruben Afonso is a 26 years old surfer who lives in Madeira Island, Portugal. Since he was born he is passionate by the sea, mainly because his own father has always been connected to the sea and sail. At the age of 14 he became a Wind Surf high competition athlete,...

More Info
http://www.xxvphotos.com/surfing-life-2011/



II Parte. A destruição do mural da freguesia do Jardim do Mar, algumas perspectivas

O mural do Jardim do Mar, monumento localizado no concelho da Calheta, freguesia do Jardim do Mar, foi demolido sem justificação em 2004 com a remodelação urbanística do centro da localidade.
Da autoria do artista californiano Charlie Clingman, o mural consistia em 70 metros quadrados de pintura a fresco, tinta de acrílica sobre cimento, representando a envolvência paisagística da respectiva localidade. Estava dividido em duas metades, uma de fundo rosa com legenda: nome da localidade pintado a letras azuis de grafia arredondada, e uma com a representação da paisagem propriamente dita, da direita para o centro: o exotismo de um exuberante poio de bananeiras, no centro da composição o centro da freguesia assinalado pela torre da igreja e a escarpa acastanhada e vertical em relação ao povoado e à planura do mar - característica geológica do oeste da ilha - sulcada por um barco de pesca típico, o único elemento humano dinâmico da composição. À esquerda, ao fundo, havia uma lista com agradecimentos e uma faixa drapeada com um lema. O mar ocupava mais de metade da composição e as ondas, em grande plano, rolavam com grande perfeição geométrica, invocação clara ao tema do surf, actividade desportiva, recreativa e turística que colocou o Jardim do Mar no mapa do surf mundial.
“Ex-líbris” artístico da freguesia, este mural foi não só a primeira encomenda artística feita ao pintor norte-americano[1] estando ele em viagem na Europa, enquanto turista, quando foi comissionado a realizar a pintura, como foi a obra inaugural do seu percurso artístico que o acabaria por levar a por de parte o curso de arquitectura e seguir o curso de artes, especializando-se em pintura.[2] Para isto em muito contribuiu, em grande medida, como o próprio pintor testemunha no seu portfólio virtual[3], o calor humano ao redor da execução do projecto artístico, o entusiasmo que ele denotou nas pessoas da localidade ao se aperceberem de que a pintura retratava e exaltava a beleza natural e o pitoresco da freguesia, terra natal de muitas delas. Mais do que qualquer elogio artístico o entusiasmado movimento humano levou Charlie Clingman a tomar consciência do poder da arte em despertar tanto o sentimento identitário das pessoas, como em fortalecer e tornar perenes as raízes das gentes de uma terra, percebendo igualmente a função da arte e da cultura para a coesão social e para o respeito pelo meio ambiente, tendo organizado com os jovens locais a primeira limpeza de praia da história da freguesia.
Hoje em dia o artista é um dos grandes pintores da “surf art” e um grande paisagista, especialista na pintura de line-ups de surf[4], consagração artística, que se deve, como vimos, ao mural pintado em 1995 num lugarejo remoto e isolado como o Jardim do Mar. Além do valor biográfico e artístico da obra, sendo um magnífico exemplar de pintura mural em espaço público constituía uma raridade tipológica do património imóvel da região. É de acrescentar que o seu estado de conservação era muito bom pois tinha sido alvo de um repinte em 2000 feito pelo próprio autor, tarefa de restauro tudo indica encomendada, ou se não pelo menos encorajada, pela entidade que havia comissionado Charlie a executá-lo[5].
Em 2004, como, desenvolveremos mais à frente, não havendo qualquer inventário do património imóvel de âmbito regional ou municipal realizado, teria sido impossível, sendo tal obra um bem cultural público, “os representantes das autarquias locais e das demais pessoas colectivas públicas não territoriais” chegarem a apresentar, portanto, “à administração do património cultural competente”[6] instrumentos de “descrição de todos os bens” culturais da autarquia, sendo algum deles susceptível de integrar a matriz de inventário do património cultural/móvel ou imóvel da região.
O mural e, monumento artístico porque obra de pintura monumental tal como definido pela convenção da UNESCO de 1972, não estava inventariado, nem classificado, estando portanto ameaçado de degradação ou destruição total ou parcial, tal como todos os imóveis que são merecedores de serem inventariados por reunirem um conjunto de critérios que lhes atribuem “valores de memória, antiguidade, autenticidade, originalidade, raridade, singularidade ou exemplaridade” e estão por identificar. Apesar de não inventariado o monumento reunia indiscutivelmente alguns dos critérios genéricos de apreciação, referidos na lei do património cultural em vigor[7]:

- “b) O génio do respectivo criador;” (fig 2.)
- “d) O interesse do bem como testemunho notável de vivências ou factos históricos;” (fig. da capa e fig. 1)
- “e) O valor estético, técnico ou material intrínseco do bem;” (fig. 2)
- “f) A concepção arquitectónica, urbanística e paisagística;”
(fig. da capa)




Mas, nem o visível valor artístico do monumento, nem o seu interesse turístico como ponto de interesse local, pelos seus valores intrínsecos, decorativos, estéticos, simbólicos ( já que constituía um perfeito símbolo de intercâmbio turístico e cultural por ter nascido num contexto semelhante de troca de contactos humanos entre níveis de significação local e global, ou seja, entre o pintor, estrangeiro e as pessoas do Jardim, locais[8]) foram razões impeditivas para a sua demolição. E assim o mural, visto por muita gente como “uma parede pintada” e não como monumento, ficou à mercê da insensibilidade generalizada para com o património cultural edificado e das vicissitudes políticas da região. Aspectos cuja própria demolição do monumento comprova. Foi autorizada legalmente pelos decisores públicos, bastando para isso ter sido alegado o interesse público da remodelação urbanística então em curso, condição jurídica para a prossecução de toda e qualquer obra pública.
Não cabe no presente estudo investigar se a demolição foi ou não um acto deliberado. É importante observar, contudo, visto o monumento ser um símbolo do passado da freguesia constituindo um panegírico das vivências da cultura local pré-existentes, tais como o surf, que além da falta de instrumentos de conhecimento, conservação e defesa do património ao serviço da administração local, a circunstância política e ideológica da localidade estava marcada pela polémica da construção de uma muralha e promenade nas margens e leitos do mar da freguesia, responsáveis pela degradação directa da qualidade das ondas do Jardim do Mar, reconhecido como um dos melhores surf spots do mundo. Esse assunto gerou imensa polémica e levantou a questão do desenvolvimento pouco cuidadoso e sem critérios a nível de ordenamento do território. Circunstância, portanto, nada favorável à preservação de um monumento, vivo e comunicativo conotado com um tema fracturante como a questão da salvaguarda das ondas, linhas de costa e meio ambiente da ilha em geral. Para a remodelação do centro da freguesia já não contavam valores de preservação histórica dos sítios, idiossincrasias, ambiente e paisagens locais, veiculados pelo mural, pertencentes ao passado, mas sim evitar qualquer símbolo do Jardim do Mar antigo no novo contexto político, cultural e social da “Madeira Nova”[9], assim definido pela retórica dos dirigentes político-partidários da região.





[1] Uma instituição pública ou privada? A câmara, a junta, o governo ou o proprietário da casa e do muro?
[2] Cfr: http://www.delmararts.com/CC_artwork/charlie.html, acedido a 18/01/2011.
[3] Cfr: http://www.delmararts.com, acedido: 19/01/2011.
[4] Line-up para os desportos de ondas: cenário, vista para a rebentação de ondas surfáveis.
[5] Saber se era uma entidade pública ou privada seria bastante revelador a outros níveis, no entanto o que importa é de facto observar que a pintura estava em muito bom estado de conservação.
[6] Artigo 63 da Lei de Bases da Cultura, Op Cit.
[7] Artigo 17, Op Cit.
[8] Sobre esta questão Ver a Carta Internacional sobre o Turismo Cultural, ICOMOS
[9] Designação tornada corrente para descrever o contexto social, político, económico e cultural da Madeira na actualidade em oposição a um contexto passado, conhecido como “Madeira Velha”.

texto cedido por "Higino Afonso"

MSD shapes, finished by ceguinho!

Novas pranchas, shaped by Manila. Pintura, laminação e lixagem by ceguinho.
Ambas as pranchas são bonzers mas com apenas 2 fins laterais.








SUP stand up paddle board repair.

Esta foi a minha primeira reparação numa stand up paddle board partida ao meio. Aproveitei que as duas partes estavam juntas pela camada de fibra do bottom e assim deu para acertar bem o rocker. Tive que pôr uns reforços na longitudinal para que ficasse mais resistente e não muito pesada.















Vendo prancha de surf nova, 5`10" MSD.
















Vendo prancha 5.10 nova do Manila. Prancha levezinha e resistente, com glass on fins, modelo eric arakawa. Medidas, 18 1/4 x 2 1/4 . Oferta de deck da OAM. Prêço, 330€

Vendo fins para prancha de surf FCS.


quilhas fcs modelo k-3, alguns arranhões mas nada de especial.
oferta da chave de quilhas nova.
prêço- 35€

Surf in Madeira, surf photos by Cláudia Diniz.

Miguel doing a cutback in Faja d´areia.
Lauro was one of the pioneers surfing in Madeira.


Belmiro trying to pass the section in Jardim do Mar.Manuel Mendes is back !!
After 8 months no surfing it seems that you are surfing better than before.
Dá-lhe!!
Pestana trying to fly in Fajã d´areia.
"elastic men"

Thanks for the photos Lauro and Claudia.

Futuramente vamos abrir aqui no blog uma galeria de fotos de surf tiradas cá na Ilha da Madeira, para todos os interessados em receber fotos suas por um prêço simbólico por favor contacte: lauro_diniz@hotmail.com.

Manel surfing in fajã d´areia

Manuel Mendes from Jardim do Mar- Madeira, showing his power surfing.nice shot under the lip...
força Manel Gato



Reparação das pranchas do Rodolfo. Surboards repair in Madeira.

Al merrick 6,4 flyer, ficou pregada no tecto de uma garagem, podem imaginar o estado lástimavel. Ficou sem os copos das quilhas, e num lado do rail estalou. 1ª fase foi preencher os buracos com foam e micro ballons, depois de lixado até a face, pus os reforços.

Após estar reforçada, é tempo para tirar medidas para colocar os plugs
Fiz o mesmo procedimento com a 6'6 chilli.
Marcações feitas, falta furar...Copos metidos no sítio,
Mais ao promenor.

reforço no rail.

Agora é so desbastar os copos!!


Prontinhas para ripar!! Boas ondas amigo e cuidado ao entrares na garagem de casa!